Retornar

História do Café no Brasil Imperial
viagem pela província do Rio de Janeiro...
 
  . A história de François Savary de Brèves
     
    Senhorias (Seigneuries) dos Savary de Brèves:
     
     
     
Jarzé
Chateau de Jarzé 

Terras e senhorias d'Anjou (Maine-et-Loire), erigida em marquisado por Carta de Abril de 1694 em favor do conde Urbain du Plessis. O marquisado passou em 1713 para Camille Savary, conde de Brèves.

Maulévrier

Terras e senhorias da Bourgnone (Côte-d'Or), que da maison de Damas, passou no século XVI para o ramo dos Savary. Erigida em marquisado por Carta de fevereiro de 1625, em favor de François Savary, senhor de Brèves. No século XVIII é passado o título para os marqueses de Langeron.

Lancosme


Terras e senhorias do Vendomois (Loir-et-Cher),  que pertenceram à casa dos Savary. Erigida em baronato por Cartas de fevereiro de 1631, depois em Marquisado em Junho de 1738, em favor de Louis-François-Alexandre Savary, senhor, barão de Lancosme e marquês de Lancosme.

       
      Outras terras, senhorias:
       
     

Le Plessis-Placy

Ferme de Treslong (portail d’entrée)

 

Localizado fora da aldeia, a fazenda foi a mansão de Treslong até 1655. O senhorio de Plessis-Placy manteve as suas duas torres e clássico portal encimado por um frontão triangular.  

A cidade apresenta-se pela primeira vez nos escritos dos velhos textos em 1.148 ((Plecetum-Placiacum).

Duas comunidades pertencem a Plessis-Placy: uma ao Sul denominada de o Grand-Beauvoir (Bellum-Videre, Belvarium ou Bellevue) ou Beauval; e outra à oeste chamada de Saint-Faron, do nome de um convento que detinha sua posse em 1790.
Conforme os costumes que foram redigidos em 1537, a paróquia de Plessis-Pacy fazia parte de Valois, juntamente com o convento de Saint-Faron, que era sede da justiça senhorial, e também serviu de residência aos juízes e agentes necessários para fazer a Lei.

Em 1567 a paróquia foi arrestada pelos católicos de Meaux, de Louis de Meaux, protestante, senhor de la Ramée, chefe dos protestantes da cidade de Meaux. Eles foram decapitados em 10 de novembro de 1567 na praça da catedral.

Em 1607 a senhoria entra no domínio de François Savary, conde de Brèves, personagem ilustre de seu tempo. Foi embaixador de Henri IV em Constantinopla, conselheiro de Estado e fidalgo da câmara do rei, embaixador em Roma, primeiro escudeiro da rainha e Cavaleiro do Santo Espírito (1625). Foi um excelente diplomata e negociador, e também autor de diversos escritos.

A partir de 1643 a senhoria foi adquirida por François Augis, secretário de finanças do rei. Em 1775 foi propriedade do duque de Gesvres Louis-Joachim-Paris Potier que também era proprietário de Boyenval, Crouy-sur-Ourcq, Ocquerre, Echampeu, May-en-Multien, etc. O último senhor de Plessis-Pacy, apesar dos serviços prestados à família real da França, foi condenado e executado em 7 de julho de 1794.

Após a Revolução as fazendas dos religiosos de Saint-Faron foram em uma grande fazenda, que formou a região atual. O domínio d Saint-Faron, foi durante muito tempo, de propriedade da Abadia de Saint-Faron de Meaux. No século XIX, os proprietários, Monsieur e Madame Foucher fizeram construir na parte oeste da casa, um oratório ou capela doméstica que foi dedicada a Notre-Dame de Lourdes (1886).

Em 1900, a atividade da comunidade era essencialmente agrícola (nove fazendas), com comerciantes de especiarias, mercearias, fruteiros, ferreiros, etc.

       
       
         
 

© 1996/2007— Todos os direitos reservados: Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler
História do Café no Brasil Imperial - www.brevescafe.oi.com.br - Rio de Janeiro, RJ.

O