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Mata Gente sumiu! Os retratos desaparecidos. Mistério!

Uma relação de obras de caráter histórico da Escola Nacional de Belas Artes, destinadas ao Museu Histórico Nacional, em 27 de outubro de 1923, relaciona os retratos:

1 - Retrato do Capitão Antonio Gonçalves de Moraes, do pintor Edmond Viancin.
2 - Retrato de D. Rosa Luiza de Moraes, do pintor Edmond Viancin.

Os quadros são datados de 1869, e a procedência é a Escola Nacional de Belas Artes. O catálogo em referência foi publicado pelo MHN - Catálogo geral 1a seção, arqueologia e história.

Uma carta ao Diretor do Museu Histórico Nacional encaminhada pela Escola Nacional de Belas Artes em 29 de outubro de 1923, cita a relação de 13 retratos, 5 bustos, uma estátua e 6 candelabros, que segundo a Escola de Belas Artes deviam figurar no acervo do Museu.

O Capitão Antonio Gonçalves de Moraes era o filho mais velho do barão do Piraí, José Gonçalves de Moraes e da baronesa do Piraí, Cecília Pimenta Frazão de Souza Breves, irmã do rei do café, Joaquim José de Souza Breves. Sua mulher Luiza era filha do barão de Mambucaba, José Luiz (Breves) Gomes.

O capitão ficou conhecido por Mata Gente na região (ver em), é um dos fundadores da cidade de Barra do Piraí, RJ.

Em 2009, entrei em contato com o IPHAN e as buscas no Museu efetuadas pelo Setor de Gestão de Acervos não encontrou os retratos.

Aguardamos ansiosamente uma resposta para tal ocorrência.
 
                                                                                                          

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